Realizada no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, no Distrito Federal, a AgroBrasília conseguiu aumentar o faturamento em 10%, totalizando R$ 1,2 bilhão, e superou a edição anterior. A Feita Internacional dos Cerrados, como é chamada, também bateu recorde de público: até o encerramento, no sábado, dia 18, cerca de 121 mil visitantes passaram pelos estandes.

Segundo o presidente da Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF), José Guilherme Brenner, os números mostram que o evento cumpriu seu objetivo de fomentar negócios entre produtores rurais e empresas que apresentam máquinas, equipamentos, insumos e novas tecnologias em geral de suporte às atividades do agronegócio. “Mais do que isso, evidencia que a feira se consolidou como uma das mais importantes do Brasil e uma das maiores do mundo em tecnologia para a agricultura tropical”, afirma.

A extensa lista de expositores desta edição — cerca de 480 — apresentou de colhedoras de café a pulverizadores e equipamentos para adubação, tratores, veículos utilitários, sementes e produtos para o manejo de ervas daninhas, entre muitos outros.

Na agricultura familiar, a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) instalou 11 circuitos tecnológicos apresentando aos produtores rurais novas tecnologias no cultivo de flores, frutas, olerícolas e também na piscicultura e bovinocultura.

Durante o evento, Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e Emater apresentaram os resultados de pesquisas, incluindo aquelas sobre novas cultivares.

A feira recebeu novamente comitivas de estrangeiros. Entre eles os embaixadores de países africanos que receberão cursos de capacitação em assistência técnica e extensão rural promovidos por meio de parceria, firmada entre a Emater e a empresa Campo Companhia de Promoção Agrícola.

A Coreia do Sul também esteve presente e seu embaixador Doo Won Choi disse que participar da AgroBrasília é “oportunidade para aprender um pouco mais sobre o agronegócio, tendo em vista que o Brasil é uma referência mundial no setor”.

No Pavilhão de Negócios, empresa canadense apresentou uma linha de produtos à base de vírus para o controle de todo o complexo de lagartas.

A coleta seletiva de lixo implementada pela organização do evento resultou em cerca de 12 toneladas de resíduos reaproveitáveis recolhidas e destinadas à reciclagem, compostagem ou reúso. Houve ainda a venda de mudas, com duplo propósito: as plantas foram doadas a áreas de recuperação de nascentes e o valor será usado na construção do hospital do câncer de Unaí (MG).


Fonte Canal Rural

O Direto ao Ponto, tradicional programa de entrevistas das noites de domingo do Canal Rural, está de cara nova. Agora, dois convidados participam simultaneamente, de forma a enriquecer o debate.

Estreando o formato, o deputado federal Sérgio Souza (MDB-PR) e o consultor de Meio Ambiente da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), Vicente Silva, falam sobre a medida provisória 867 de 2018, que prorroga o prazo de adesão ao Programa de Regularização Ambiental (PRA) até 31 de dezembro de 2019, com possibilidade de mais um ano de prazo, via decreto.

O PRA é considerado a segunda fase do Cadastro Ambiental Rural (CAR), exigido apenas àqueles produtores rurais com passivos ambientais. O deputado Sérgio Souza, relator da medida, disse que a prorrogação do prazo é necessária porque “muitas unidades federativas não implementaram, então o produtor não consegue avançar”.

Além do adiamento da data limite para adesão, a MP prevê que produtores rurais de estados que não formularam seus PRAs poderão adotar o programa com regras do governo federal, para que não sejam aplicadas sanções indevidas.

“A multa é uma punição por alguma infração que o produtor cometeu em algum momento. A ferramenta PRA é para corrigir algum passivo na propriedade. Nessa MP que o deputado acabou de relatar, tem um artigo que vai fazer a conversão das multas sofridas antes de 22 de julho de 2008 para aqueles casos em áreas de uso alternativo do solo. Essas serão convertidas no momento em que ele, efetivamente, fizer a correção pelo PRA pelo passivo existente”, diz Silva.

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O deputado Sérgio Souza, que é vice-presidente da bancada do agro na Câmara, também comenta o risco de a demarcação de terras indígenas voltar a ser atribuição da Funai. “Seria como se o juiz julgasse em causa própria”, afirma o parlamentar, ao apontar falta de isenção da instituição neste assunto.

Atualmente, o tema está sob responsabilidade da Secretaria Especial de Assuntos Fundiários, vinculada ao Ministério da Agricultura. A mudança foi feita pelo governo Bolsonaro, que pretende regulamentar as alterações de secretarias e ministérios, pela medida provisória 870 de 2019, em discussão no Congresso Nacional.


Fonte Canal Rural

Cursa ou é formado na área de Agronomia e está procurando por oportunidades no mercado de trabalho? Há mais de 1.800 vagas abertas no LinkedIn, segundo pesquisa. A plataforma traz anúncios de empresas que buscam diretamente seus profissionais e também agências de empregos.

A Ouro Fino, por exemplo, está com uma vaga de estágio em inteligência de mercado que pode ser disputada por estudantes de agronomia. Já a Coopercitrus, de Ribeirão Preto (SP), busca formados para consultor técnico-comercial. A plataforma que conecta estudantes e professores particulares, Superproof, busca docentes para integrarem seu time.

Para fazer a consulta, é preciso ter um perfil no LinkedIn para acessar a pesquisa – quem ainda não se cadastrou não precisa se preocupar, pois o processo é simples e rápido. Confira todas as 1.878 vagas clicando aqui!


Fonte Canal Rural

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta semana, a lei que regulamenta a terapia com cavalos. Segundo publicação feita no Diário Oficial da União (DOU), a equoterapia deverá ser adotada mediante parecer favorável de avaliação médica, psicológica e fisioterápica, além de ser obrigatório a formação de uma equipe composta por um médico veterinário e um profissional de equitação.

Os casos  de peste suína na China mudaram o rumo da cadeia de proteína brasileira, que está vendo na exportação de carnes suínas e de aves uma ótima oportunidade. Maio mal terminou e os embarques já ultrapassaram em 50% o volume vendido no mesmo período do ano passado.

E nem só por produzir se interessa o homem do campo. A pesca esportiva parece ser outra forte paixão. Talvez por isso a notícia de um torneio no Rio Araguaia tenha sido sucesso na semana. Quer ver o que mais bombou quando o assunto é pecuária? Confira a lista!

Tereza Cristina e administrador-geral da China, Ni Yuefeng, fecharam envio de informações sobre estabelecimentos brasileiros dentro de uma semana. Leia a matéria.

A iniciativa é para diminuir o número de fraudes e incentivar quem está cadastrado indevidamente no programa a fazer o desligamento voluntário. Confira!

Competidores de diversos países vão enfrentar seis das maiores espécies de peixes de água doce do mundo; organização estimula a prática consciente. Fique por dentro do evento!

Com valor cerca de 42% maior do que em 2018, o mercado de suínos do Brasil bem lucrando com a crise asiática, mas o setor de grãos está preocupado. Entenda!


Fonte Canal Rural

Esta semana, as cotações do milho registraram forte alta na Bolsa de Chicago. De acordo com o analista da Safras Consultoria Fernando Henrique Iglesias, o movimento se tornou consistente à medida que informações sobre o clima para as lavouras norte-americanas foram divulgadas.

Os índices pluviométricos previstos para as próximas duas semanas tendem a prejudicar a evolução do trabalho de campo nos Estados Unidos. A expectativa é de que o próximo relatório de plantio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) aponte algo entre 50% e 60% da área prevista. Caso o índice se confirme, o desempenho continua bastante atrasado. O órgão publicará o documento nesta segunda-feira, dia 20.

Abaixo, o analista elenca os principais fatos que vão merecer a atenção do mercado de milho na semana. Confira:

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Fonte Canal Rural

Com o objetivo de auxiliar a indústria sucroalcooleira no reaproveitamento da palha da cana-de-açúcar, pesquisadores do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) estudam a utilização do subproduto para gerar energia elétrica. O potencial, segundo a entidade, é bastante similar ao do bagaço, mas usinas têm apenas descartado no campo ou queimado esse produto.

Apesar do conteúdo energético similar ao do bagaço, a palha da planta apresenta um teor de cloro entre 0,1% e 0,7% de sua composição contra apenas 0,02% do bagaço. Isso pode propiciar a formação do ácido clorídrico (HCl), por exemplo, e corroer as tubulações de vapor utilizadas durante a combustão. “Além disso, a combustão também pode gerar a emissão de poluentes atmosféricos como gases ácidos, dioxinas e furanos”, explica Ademar Hakuo Ushima, pesquisador do Laboratório de Engenharia Térmica do IPT.

Para dar início a uma nova fase do estudo em 2019, após o fim da etapa de revisão bibliográfica, o IPT instalou dois equipamentos em escala laboratorial que avaliam o rendimento energético e também a emissão de poluentes gerada nos processos de pirólise, combustão e gaseificação em resíduos agrícolas.

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Através desses equipamentos e com a compreensão dos mecanismos de formação de produtos clorados no reaproveitamento da palha de cana-de-açúcar, espera-se encontrar soluções para os problemas de corrosão intensa observados nos reatores e nos sistemas de limpeza de gases que utilizam esse tipo de matéria-prima. “O objetivo é dar suporte técnico ao setor sucroalcooleiro do estado e desenvolver novas tecnologias para o aproveitamento energético de resíduos”, finaliza o pesquisador.


Fonte Canal Rural

Direto de Esteio, no Rio Grande do Sul, o Canal Rural transmite ao vivo neste domingo, dia 19, a final da Classificatória Aberta ao Freio de Ouro. Os 16 mais bem pontuados nesta etapa, sendo 8 machos e 8 fêmeas, vão para a grande final da maior prova do cavalo crioulo.

A quarta classificatória da temporada integra a programação da XV Fenasul e leva cerca de 94 conjuntos ao Parque de Exposições Assis Brasil. Para julgar as fêmeas, o trio técnico selecionado é composto por Ciro Manoel Canto de Freitas, Claudio Azevedo e Daniel de Souza Mello; enquanto, na categoria dos machos, André Luiz Narciso Rosa, João Luis Arísio e Thiago Andreolla Persici serão os profissionais encarregados.

19 de maio (domingo) 08:30 – Fase Final (Mang/Bayard-Sarmento/Campo) 12:00 – Encerramento e entrega de prêmios


Fonte Canal Rural

Estão abertas as inscrições para os cursos de ensino superior a distância em Gestão do Agronegócio, Gestão Ambiental, Gestão de Recursos Humanos e Processos Gerenciais da Faculdade CNA. A instituição atua na formação de profissionais focados na gestão, aumento de competitividade e sustentabilidade dos empreendimentos rurais para que possam auxiliar os produtores no plantio, manejo e comercialização de seus produtos.

Os interessados têm a opção de ingressar usando o boletim de desempenho do Exame Nacional de Ensino Médio (Enem), com nota igual ou superior a 250 pontos em um dos exames a partir de 2014. As pessoas que já têm um curso superior podem participar do processo seletivo por meio de análise documental.

O candidato que optar pelo vestibular precisa comparecer ao polo escolhido para a realização da prova de redação, no dia agendado no momento da inscrição. Para as demais formas de ingresso, o candidato não precisa ir ao polo para participar do processo seletivo.

No momento da inscrição, independente da forma de ingresso, os candidatos precisam escolher um dos polos de educação a distância. Ao todo, são nove polos distribuídos nos municípios de Gandu (BA), Fortaleza (CE), Rio Bananal (ES), Cuiabá (MT), Santa Izabel do Pará (PA), Campina Grande e João Pessoa (PB) e Palmas (TO), além de Brasília (DF).

Depois de aprovado na seleção, o estudante só precisa comparecer ao polo de ensino apenas uma vez por semestre para a realização de prova presencial.

O investimento mensal é de R$ 179 e o início das aulas está previsto para acontecer no dia 5 de agosto. Para acessar o edital e realizar a inscrição, clique aqui.


Fonte Canal Rural

Controle de plantas daninhas: métodos físico, mecânico, cultural, biológico e alelopatia é o título do livro lançado pela Embrapa. Segundo um dos editores técnicos, o pesquisador Maurílio Fernandes de Oliveira, da área de Produção Vegetal da unidade Milho e Sorgo, o livro é a primeira obra nacional a abordar o controle de ervas-daninhas por métodos não químicos, “atendendo produtores das áreas de orgânicos, agroecológicos e a própria academia em si”.

São dez capítulos focados em métodos como roçada, eletrocussão, uso de plantas de cobertura, herbicidas naturais, controle biológico, solarização do solo, flamejamento, entre outros. No total, 30 especialistas assinam a obra, que traz a descrição de técnicas testadas e disponíveis para uso e por técnicas em desenvolvimento, fundamentadas em princípios biológicos, mecânicos, de cobertura morta e de alelopatia.

No prefácio, o chefe-geral da Embrapa Milho e Sorgo, Antônio Álvaro Corsetti Purcino, diz que o primeiro objetivo da obra “foi produzir literatura nacional abordando os métodos de controle de plantas daninhas para uso em agricultura orgânica e agroecologia”.

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Segundo Purcino, o livro contribui para o tema com literatura complementar ao método químico, que é amplamente estudado e pesquisado. “Detectamos que o controle não químico de plantas daninhas demanda esforço da comunidade científica tanto na produção de tecnologias de controle quanto em resultados do uso dessas tecnologias”, conclui.

Além do pesquisador Maurílio Fernandes de Oliveira, é editor técnico o pesquisador Alexandre Magno Brighenti, da área de Fitotecnia da Embrapa Gado de Leite. Os demais autores representam instituições de ensino, pesquisa e extensão, como diversas unidades da Embrapa e universidades. Para consultar uma breve descrição sobre o livro, acesse a área de Publicações do Portal da Embrapa Milho e Sorgo. Para baixar gratuitamente a publicação em PDF, clique aqui.


Fonte Canal Rural

O porta-voz da Presidência, Otávio do Rêgo Barros, afirmou nesta sexta-feira, dia 17, que o governo vai continuar defendendo integralmente a proposta de reforma da Previdência enviada ao Congresso. Horas antes, um grupo de deputados, incluindo o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), decidiu apresentar um novo projeto de reforma da Previdência, abandonando o texto enviado em fevereiro pelo Executivo.

“Retomamos o posicionamento. A proposta que foi enviada ao Congresso é a proposta que nós entendemos como a melhor. O presidente compreende e, por diversas vezes já vos falou entender que o Congresso Nacional fará o seu melhor trabalho para entregar à sociedade essa questão previdenciária, que hoje quase inviabiliza a manutenção da administração federal e de outros poderes”, disse.

Segundo o presidente da Comissão Especial da Câmara que analisa a reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), a decisão foi tomada na quinta-feira em reunião na casa de Maia, da qual participaram líderes de partidos do grupo conhecido como Centrão. Estavam na reunião os deputados Arthur Lira (PP-AL), Wellington Roberto (PR-PB), Aguinaldo Ribeiro (PP-PB) e Marcos Pereira (PRB-SP). Também participou o deputado Baleia Rossi (MDB-SP).

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De acordo com Ramos, a decisão tem conotação basicamente política, levando em consideração a relação completamente desgastada entre o Legislativo e o Executivo. “Este é um governo que desconsidera completamente o Parlamento”, afirmou.

O parlamentar acredita que apresentar um projeto alternativo é a única chance de a reforma da Previdência ser aprovada. “Essa é uma reforma muito importante para o país, fundamental, e não podemos correr o risco de não ser aprovada porque o deputado antipatiza com o governo Bolsonaro”, afirmou.

Além disso, segundo ele, o projeto enviado pelo governo tem muitos problemas. “É quase impossível emendar esse texto, às vezes você mexe em um ponto achando que está diminuindo a idade de aposentadoria e, quando vai ver, está aumentando”, disse.

Não há ainda, disse Ramos, um texto definido para ser apresentado. Segundo ele, isso ainda será discutido a partir da próxima semana. “Mas há alguns projetos no Congresso que podem servir de base.” Ele deixou claro, no entanto, que o substitutivo terá de ser apresentado pelo deputado Samuel Moreira (PSDB-SP), que é o relator do projeto na Comissão Especial da Previdência.

Ramos informou também que a ideia de um texto alternativo não foi apresentado ao ministro Paulo Guedes. “Mas, se nós aprovarmos um projeto que garanta a economia que ele está buscando, não estará bom?”, disse.

Ramos afirmou que uma das premissas básicas a serem perseguidas no substitutivo seria exatamente não comprometer o cronograma da tramitação, ou seja, o projeto não precisaria voltar para a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde já foi aprovado. Além disso, teria de garantir a potência fiscal do projeto – uma economia de pelo menos R$ 1 trilhão em dez anos – e, mais importante, “fazer os ajustes que garantam os 308 votos necessários pra aprovação”.

Um dos deputados que participaram na reunião na casa de Maia, que preferiu falar sob condição de anonimato, disse que várias ideias foram discutidas no encontro, entre elas até a volta de antigos projetos de reforma da Previdência. Mas, segundo ele, ficou claro que um novo projeto será apresentado, com a assinatura dos líderes dos partidos, embora a forma de se fazer isso não tenha ficado clara ainda.

O deputado Rodrigo Maia, porém, disse não concordar com a ideia de se modificar totalmente o projeto apresentado pelo governo. “Não concordo com essa tese. Vou trabalhar no diálogo com Paulo Guedes. Tem um ou outro deputado que vai apresentar um voto em separado, mas isso não tem nada comigo”, afirmou.

O relator da reforma na Comissão Especial, Samuel Moreira, por sua vez, escreveu em sua conta no Twitter que essa não é hora de buscar protagonismo, e sim de ter unidade em torno da reforma. “Quando há mudanças na proposta original, esse procedimento é natural. Não há nada de novo. Não podemos achar que tudo é luta política. Temos que unir todas as forças. Vamos blindar a reforma.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Rêgo Barros também afirmou que Bolsonaro não pretende atuar pessoalmente na definição de preços da Petrobras. “O presidente reafirma a importância que atribui às decisões administrativas da Petrobras no que se refere a essas questões de controle de preço”, disse.

Nesta quinta, Bolsonaro afirmou que poderia rever a política de preços da estatal “se não houver prejuízos” para a empresa. “O que ele falou ontem é em tese uma possibilidade de encontrarmos uma solução para um combustível mais barato. Não tem nenhum interesse do presidente e ele já demonstrou isso em momentos anteriores de não incidir com decisões pessoais sobre a administração da empresa”, disse Rêgo Barros.


Fonte Canal Rural