20 Novembro 2020

Soja: mesmo com alta do dólar e em Chicago, preço fica estável no Brasil

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No mercado disponível, a demanda de soja aquecida está sustentando as cotações no Mato Grosso e em Goiás

Por Agência Safras

O mercado brasileiro de soja teve um dia de preços pouco alterados e de escassos negócios. Chicago e dólar subiram e puxaram as cotações para a safra nova, mas apenas em termos nominais. No disponível, a demanda aquecida está sustentando as cotações no Mato Grosso e em Goiás.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 160 para R$ 158. Na região das Missões, a cotação seguiu em R$ 158. No porto de Rio Grande, o preço estabilizou em R$ 160.

Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 163 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 156.

Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 185. Em Dourados (MS), a cotação permaneceu em R$ 160. Em Rio Verde (GO), a saca avançou de R$ 180 para R$ 184.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em alta, pela sexta sessão seguida. Os contratos estão nos maiores patamares desde junho de 2016. O mercado enfileirou a terceira semana seguida de ganhos e acumulam ganhos de 12% em novembro. Na semana, a valorização ficou em 2,86%.

Na máxima do dia, os contratos encostaram na casa de US$ 12 por bushel. A partir daí, os agentes buscaram um melhor posicionamento das carteiras ante o final de semana e diante da proximidade do feriado da próxima semana, Dia de Ação de Graças.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 1,75 centavo de dólar por libra-peso ou 0,14% a US$ 11,77 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,75 por bushel, com ganho de 0,75 centavo ou 0,06%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo recuou US$ 1,20 ou 0,3% a US$ 393,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 38,81 centavos de dólar, alta de 0,35 centavo ou 0,91%.

O mercado seguiu encontrando sustentação no cenário fundamental. O aperto nos estoques americanos, decorrência de uma aquecida demanda por parte dos chineses pela oleaginosa dos Estados Unidos, e as preocupações com o impacto do clima seco sobre a safra sul-americana seguiram dando sustentação aos contratos.

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,39%, sendo negociado a R$ 5,3880 para venda e a R$ 5,3860 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2880 e a máxima de R$ 5,3930. Na semana, o dólar registrou queda de 1,57% contra o real.

No mercado disponível, a demanda de soja aquecida está sustentando as cotações no Mato Grosso e em Goiás

Por Agência Safras

O mercado brasileiro de soja teve um dia de preços pouco alterados e de escassos negócios. Chicago e dólar subiram e puxaram as cotações para a safra nova, mas apenas em termos nominais. No disponível, a demanda aquecida está sustentando as cotações no Mato Grosso e em Goiás.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos recuou de R$ 160 para R$ 158. Na região das Missões, a cotação seguiu em R$ 158. No porto de Rio Grande, o preço estabilizou em R$ 160.

Em Cascavel, no Paraná, o preço ficou em R$ 163 a saca. No porto de Paranaguá (PR), a saca permaneceu em R$ 156.

Em Rondonópolis (MT), a saca seguiu em R$ 185. Em Dourados (MS), a cotação permaneceu em R$ 160. Em Rio Verde (GO), a saca avançou de R$ 180 para R$ 184.

Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a sexta-feira com preços em alta, pela sexta sessão seguida. Os contratos estão nos maiores patamares desde junho de 2016. O mercado enfileirou a terceira semana seguida de ganhos e acumulam ganhos de 12% em novembro. Na semana, a valorização ficou em 2,86%.

Na máxima do dia, os contratos encostaram na casa de US$ 12 por bushel. A partir daí, os agentes buscaram um melhor posicionamento das carteiras ante o final de semana e diante da proximidade do feriado da próxima semana, Dia de Ação de Graças.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 1,75 centavo de dólar por libra-peso ou 0,14% a US$ 11,77 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 11,75 por bushel, com ganho de 0,75 centavo ou 0,06%.

Nos subprodutos, a posição dezembro do farelo recuou US$ 1,20 ou 0,3% a US$ 393,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em dezembro fecharam a 38,81 centavos de dólar, alta de 0,35 centavo ou 0,91%.

O mercado seguiu encontrando sustentação no cenário fundamental. O aperto nos estoques americanos, decorrência de uma aquecida demanda por parte dos chineses pela oleaginosa dos Estados Unidos, e as preocupações com o impacto do clima seco sobre a safra sul-americana seguiram dando sustentação aos contratos.

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 1,39%, sendo negociado a R$ 5,3880 para venda e a R$ 5,3860 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,2880 e a máxima de R$ 5,3930. Na semana, o dólar registrou queda de 1,57% contra o real.


Fonte Canal Rural

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